domingo, 2 de junho de 2013

paula rochelle

                                                           PAULA ROCHELLE SILVA PENHA
                            Proposta sobre a disciplina
A relação professor-aluno é uma condição do
processo de aprendizagem, pois essa relação dinamiza e dá
sentido ao processo educativo. Apesar de estar sujeita a um
programa, normas da instituição de ensino, a interação do
professor e do aluno forma o centro do processo educativo.
A relação professor- aluno pode se mostrar conflituosa,
pois se baseia no convívio de classes sociais, culturas,
valores e objetivos diferentes. Podemos observar dois
aspectos da interação professor-aluno: o aspecto da
transmissão de conhecimento e a própria relação pessoal
entre professor e aluno e as normas disciplinares impostas.
Essa relação deve estar baseada na confiança, afetividade e
respeito, cabendo ao professor orientar o aluno para seu
crescimento interno, isto é, fortalecer-lhe as bases morais e
críticas, não deixando sua atenção voltada apenas para o
conteúdo a ser dado.
O professor nos propôs essa relação, nos dando liberdade para explanar nossas opiniões para darmos andamento a disciplina oficina integrada das artes plásticas.


                 

PROTOCOLO II

“Dança Contemporânea surge nos anos 60 nos EUA. Nasce no segmento da dança moderna, mas não possui uma técnica única estabelecida, todos os tipos de pessoas podem praticá-la. Sua técnica é tão abrangente que não delimita estilos de roupas, músicas, espaços ou movimentos. Não há mecanismos definidos, há antes processos e formas de criação. Emerge uma nova noção de corporalidade, buscando um sentido mais experimental, menos estratificado. Não existe um corpo ideal e sim um corpo multicultural que tem várias referências. O que importa é a transmissão de sentimentos, ideias e conceitos.

Durante a aula assistimos também vídeos de personagens que se destacaram e teorizaram a dança contemporânea.

Rudolf Laban
 
 

Rudolf Laban nasceu em 1879 em Bratislava Hungria, e morreu em 1958. Desenvolveu uma forma de Dança Expressionista em que o objetivo principal residia na expressão das emoções (Sousa 2005, cit. por Oliveira, 2009).

Toda a sua vida foi dedicada à dança, tanto como dançarino como coreógrafo e também como teórico da dança. No início do século 20, ele era considerado o grande mestre da dança e uma grande força impulsionadora em tudo o que dizia respeito à dança e ao movimento criativo. Conseguiu quebrar as duras doutrinas dos movimentos estereotipados atribuídos à dança e à ginástica e criou, em vez disso, um modo de ver muito mais amplo no que diz respeito aos movimentos do corpo e trabalhou com a forma natural das pessoas se movimentarem. Foi grande impulsionador do chamado movimento criativo.

Todos os trabalhos que desenvolveu foram sobre os elementos que constituem o movimento e a sua utilização, dando ênfase aos aspectos psíquicos e fisiológicos que levam o ser humano ao movimento. A metodologia e a profundidade do seu estudo ajuda-nos a perceber o ser humano através do movimento nos mais diversos aspectos e pode ser aplicada nos diferentes setores da atividade humana, artes, educação, trabalho, psicologia, sociologia, etc.

Pina Bausch

Uma das mais importantes e influentes coreógrafas do século XX, criadora da linguagem chamada "teatro-dança". Conhecida principalmente por contar histórias enquanto dança, suas coreografias eram baseadas nas experiências de vida dos bailarinos e feitas conjuntamente. Várias delas são relacionadas a cidades de todo o mundo, já que a coreógrafa retirava de suas turnês ideias para seu trabalho.

 
 
Suanielle F. Bastos

PROTOCOLO III

Com o objetivo de enfatizar a dança contemporânea no Maranhão, assistimos a II Mostra Investigativa de Dança, promovido pelo Núcleo Atmosfera, tendo como tema o corpo Hibrido. Realizado no Teatro Alcione Nazaré com a composição de vários espetáculos.
 
 
 
 
Suanielle F. Bastos



 
PROTOCOLO VI
 
O artista Marcelo procura através do espetáculo “O Homem Vermelho” uma forma de expor seu sofrimento, um dos momentos marcantes da sua vida e sua devoção por Nossa Senhora Aparecida, utilizando-se de mascaras de artistas que admira e vídeo onde o seu corpo é o seu principal foco.

“O homem Vermelho é uma empreitada de combate aos anos que o dançarino ficou afastado dos palcos, lidando com exames, diagnósticos, consultórios, hospitais, médicos e principalmente com o limite dos conhecimentos para o tratamento de um linfoma. Rir pra não chorar. Precisou andar e procurar no seu organismo motivos pra se expor e proporcionar-nos um encontro envolvente, uma erupção de historias que atravessam o espaço cênico para exumar a dor que reveste seu corpo transformando-a em arte.” (João Saldanha).
 
 
 
 
Suanielle F.Bastos

Sobre Arte Performática...

As performances contemporâneas são grandes agentes de provocação que levam aos mais variados espaços artísticos e públicos, um jeito diferente de indagar-se sobre o contexto da arte.  É expressão intrínseca ao artista e ele é parte da obra. Além da intenção de expressar-se, o artista pessoalmente o faz, usando seu corpo como suporte ou meio de exprimir uma intensa gama de significados. Ela confunde, não deixa claro onde termina a ‘cena’ e começa a ‘vida’. E isso é um dos principais estímulos ao espectador, que é levado a indagar-se constantemente sobre o tema, a relevância e o significado da manifestação artística.
 
 

"Se a performance me causar alguns arranhões ou dores no estômago, já me valeu a experiência.”
(Atriz Camila Couto)

 

 
A arte performática é democrática e permite discussões dos mais variados pontos de vistas. As manifestações performáticas não encontram limites estéticos, sociais ou morais. O único limite para uma arte viva, é a Morte.


By : Laíse Nascimento

Adaptado do site: http://www.revistacliche.com.br/2013/04/sobre-arte-performatica/

 
PROTOCOLO V
Performance
 
 
O surgimento da performance ocorreu na década de 60, nos Estados Unidos. "Ricas em metáfora e simbolismo, as primeiras performances acontecem como reação a uma década em que os traços de trauma do pós-guerra estavam sendo lentamente apagados pelo consumismo".

Nos anos 60 temos um movimento também essencial para o surgimento da performance: o happening, que é uma forma de arte caracterizada por dispensar um texto ou programa prefixado – visto que não tem como objetivo contar uma história – e investir no acaso, no imprevisto e no aleatório.

A diferença entre performance e happening, está no fato de a primeira ser mais elaborada e preocupada com a sua forma estética do que a segunda, que está focada no improviso, na espontaneidade, na livre associação de ideias e no radicalismo.

A Performance engloba várias formas de manifestação: pintura, escultura, música, dança, filmagem, poesia, diálogo, etc.

Em uma performance pode-se utilizar um imenso leque de elementos cênicos o que, mais uma vez, a coloca em uma posição diferente à do teatro. Nessa nova arte, não há uma supremacia do ator sobre os elementos. A cena é formada por diversos signos, inúmeras informações e o ator, muitas vezes, representa apenas mais um elemento do espetáculo.
A performance coloca ao artista um teatro que não resulta unicamente em uma representação, mas em alguma coisa mais próxima da vida.

Resumindo, as performances têm uma característica de evento, repetindo-se poucas vezes e realizando-se em espaços não habitualmente utilizáveis para encenações, valorizando o processo criativo mais do que o resultado artístico, porém não abrindo mão de dar um acabamento estético às apresentações.
 
 
Suanielle F. Bastos

PROTOCOLO IV
 
Texto "A Dança" de Miriam Garcia

Dançar é definido como uma manifestação instintiva do ser humano. Antes de polir a pedra e construir abrigos, os homens já se movimentavam ritmicamente para se aquecer e comunicar.       Ela só depende do corpo e da vitalidade humana para cumprir a sua função enquanto instrumento de afirmação dos sentimentos e experiências subjetivas do homem.   

"Dança é, basicamente, movimento e gestos."
A dança "pode ser marcada apenas pelo ritmo interno do dançarino, assim diferenciando-se dos movimentos comuns."

Segundo Curt SACHS (World History of the Dance)
"...a dança já existia como forma de arte na Idade da Pedra, tendo sido elevada ao status de drama ao extinguir-se o mito na Idade do Metal." (...) A dança é definida como

"um conjunto organizado de movimentos ritmados do corpo sem nenhum aspecto utilitário, isto é, sem servir para finalidades de trabalho."
  

As primeiras danças humanas eram individuais e relacionavam-se com a conquista amorosa. As danças coletivas também aparecem na origem da civilização e a sua função associava-se à adoração das forças superiores ou dos espíritos para obter êxito em expedições guerreiras ou de caça.  

"O mito é uma realidade bastante complexa, com uma dinâmica própria, responsável por suas contínuas mutações. (...) Os povos primitivos procuraram expressar nos ritos o conteúdos dos mitos, através de movimentos e gestos que continham as características que os definiam como dança.”

O desenvolvimento da sensibilidade artística determinou a configuração da dança como manifestação estética.
 
Suanielle F. Bastos